quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Vereador

                   

Cada dia mais os políticos vem perdendo credibilidade junto a sociedade do nosso pais. Dentre os desmandos mais graves está a mazela da corrupção.

Como forma de inibir os desmandos do poder executivo, por exemplo, temos as casas legislativas seja Câmara Federal, Assembléia Legislativa e as Câmaras de Vereadores.

O Blog Galinhos em Dia vem convidar você a fazer uma simples reflexão:
"Você eleitor sabe qual é o papel de um vereador? e o seu vereador vem desenvolvendo o trabalho que você
esperava?

Relação dos atuais Vereadores:

HUDSON MATIAS CAVALCANTE;
ELIETE FREIRE DE OLIVEIRA MACIEL;
JOSENEIDE CUNHA  DE MEDEIROS;
LUCIMAR DA SILVA BANDEIRA;
ROZELIA RODRIGUES DA SILVA;
FABIO RODRIGUES DE ARAUJO;
CASILLO PRAXEDES DE AQUINO;
FRANCISCO DAS CHAGAS VALE;
GILVAN RODRIGUES DA SILVA.

6 comentários:

  1. O TRABALHO QUE ALGUNS VEREADORES DE GALINHOS
    VEM DESENVOLVENDO OBSERVANDO BEM:
    FÁBIO RODRIQUES: SÓ CUIDA DOS INTERESSES DELE QUANTO MAIS LUCRO MELHOR,
    FRANCISCO C VALE: 24 HS DENTRO DA BESTA PEGANDO PASSAGEIROS A 30,00 R$ P/NATAL,
    CASSILIO PRAXEDES: CUIDA DO SEU CONSULTORIO
    GILVAN RODRIGUES: ESTAGUINADO NO TEMPO
    JOSENEIDE CUNHA: PROMETIA MUITO MAIS ESTA DESMOTIVADA., OS DEMAIS VEREADORES ESTÃO VENDO A BANDA PASSAR SEM NOÇÃO.
    EIS AI O FUTURO DE GALINHOS NAS MÃOS DESSES SENHORES.

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  2. GALINHOS, NA VERDADE QUEM SAIU PREJUDICADO FOI O PREFEITO E O VICE, QUEM PR ATICOU O SUPOSTO CRIME ELEITORAL, DE ACORDO MOSTRA NO PROCESSO DO TRE, FOI O GORDO (HUDSON MATIAS ) VEREADOR CASSADO, ELE ERA O PRESIDENTE DA CÂMARA E DEIXOU A CÂMARA COM 27 CHEQUE SEM FUNDOS E SALÁRIOS DE FUNCIONÁRIOS ATRASADOS E SEM NENHUM CENTAVO NA CONTA, O UNICO CARRO QUE A CÂMARA TEM SUMIU DESDE QUE TOMOU POSSE.PALAVRA DO ATUAL PRESIDENTE DA CÂMARA, VEREADOR CASILO QUE TAMBÉM NÃO É LAR ESSAS COISA PASSOU ESSE TEMPO RECEBENDO UM EXTRA DO PREFEITO E AGORA SE VENDEU A OPOSIÇÃO.

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  3. O VEREADOR DO PV DA CIDADE DE GALINHOS FABIO RODRIGUES DE ARAUJO, HOJE UM SIMPLES VEREADOR É O MAIOR FALSIFICADOR DE DOCUMENTOS PARA APOSENTAR FALSOS MARISQUEIROS NO ESTADO DO RN, COMO TAMBÉM FALSIFICA DOCUMENTOS PARA OS PESCADORES RECEBER O SEGURO DESEMPREGO NO DEFESO DA LAGOSTA. COMO TAMBÉM TENTOU PASSAR PARA O NOME DELE A SEDE DA COLÔNIA DE PESCADORES. VC IMAGINE QUE UM SIMPLES VEREADOR DE UMA CIDADE PEQUENA COMO GALINHOS FAZENDO, IMAGINE ELE QUE JÁ LANÇOU CANDIDATURA A PREFEITO NAS ELEIÇÕES INDIRETAS EM GALINHOS O QUE ESSE TRAMBIQUEIRO É CAPAZ DE FAZER, JÁ FOI FEITA VÁRIAS DENÚNCIA MP E POLICIA FEDERAL E ATÉ AGORA NADA FOI FEITO. QUEM ESTA POR TRAZ DISSO SERÁ QUE O EX-PREFEITO RICARDO SANTANA DE ARAUJO. DILVULGUE ESSE CRIMINOSO DO DINHEIRO PUBLICO.

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  4. A COISA ESTA FEIA EM GALINHOS SE FALA QUE TEM INTERESSADO PAGANDO 150.000,00 MIL REAIS PARA COMPRAR ALGUNS VEREADORES PARA ELEGER O TRAMBIQUEIRO FABIO ARAUJO. ESPERO QUE A POPULAÇÃO DE GALINHOS, APOIO O NOVO PREFEITO DE GALINHOS QUE E UM BOM HOMEM E INTEGRO.........

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  5. O turismo de Galinhos acaba com a instalação dos aerogeradores nas Dunas do Capim?

    Podemos dizer que vai perder muito, pois as Dunas do Capim são o maior atrativo turístico do município. Hoje todo turista que vai a Galinhos faz o passeio de barco para as Dunas do Capim. Vão em bugues, veículos 4x4 ou simplesmente fazem trilhas e chegam caminhando. Não conhecer as Dunas do Capim seria como ir ao Rio de Janeiro e não conhecer o Pão de Açúcar. Se perdermos as Dunas do Capim, o prejuízo será imensurável para a economia local. Devido a essa polêmica nesses últimos meses, perguntamos aos turistas o que eles acham. As respostas são sempre as mesmas: não deixem colocar eólicas nas dunas, pois turistas não viajam milhares de quilômetros para o Nordeste para ver paisagens de dunas com eólicas. A identidade turística do Nordeste são as praias, dunas, mangues e comunidades tradicionais.

    A comunidade local está consciente das perdas que o turismo terá?

    A população está bem consciente. A maior parte da economia, de uma população de 2.100 habitantes, está atrelada ao turismo, pois mais de 600 pessoas vivem diretamente do turismo, e cada um desses postos de emprego sustenta um mínimo de três familiares. Pelo menos 1.800 pessoas vivem hoje do turismo. O restante da população é de pescadores, marisqueiras ou pessoas que trabalham em serviços públicos. Galinhos tem ainda fazendas de camarão, salinas e extração de petróleo, que acabam gerando pouquíssimos empregos para a população local. Muitos perguntam porque a população de Galinhos protesta tanto para preservar as dunas. A resposta está no passado recente. Há 30 anos ocorreu o maior desastre ecológico da historia do RN, justamente em Galinhos. Com a implantação da Salina Amarra Negra, foram destruídos centenas de hectares de mangues. As gamboas ou braços de mar foram fechados, morreram toneladas de mangues, peixes, caranguejos etc. O mangue é o berçário dos peixes e demais seres marinhos. Ou seja: houve uma quebra no ciclo da vida marinha, uma vez que os mangues foram represados e perderam a veia que liga ao mar, sua principal fonte de vida. A incoerência é que hoje, passados 30 anos, quando estão conseguindo substituir a pesca como forma de sustento por um modelo de turismo de base comunitária, chega essa empresa querendo colocar 35 eólicas justamente no cartão postal do município.

    Já que o movimento é "Eólicas sim, mas nas dunas não", porque o Ibama e o Idema não transferem os aerogeradores para outra área?

    Essa é a pergunta que estamos fazendo desde novembro de 2011, quando descobrimos que já estava na iminência de se iniciar as obras sobre as dunas. No município, sabemos que há vários parques eólicos em implantação, somando mais de 200 aerogeradores. Mesmo assim, ainda temos muitos terrenos vizinhos disponíveis em área de tabuleiros, com mesmo potencial de ventos, ideal para colocação desses aerogeradores. Por isso, fazemos a mesma pergunta. Por que não podemos manter o turismo nas dunas e instalar as eólicas nos tabuleiros vizinhos? Tem lugar para todos em Galinhos. Por que o Idema insiste tanto em licenciar esse parque eólico nas dunas, sabendo da fragilidade dessa península em termos ambientais?

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  6. 03 de maio de 2012 às 16:40

    Justiça do Trabalho suspende pagamento de precatório em Galinhos

    Publicado em Justiça


    Lupas sobre precatório da Prefeitura de Galinhos no valor de R$ 51.520,06, e o Ministério Público do Trabalho encontrou diversos vícios em acordo judicial que pode ter proporcionado desvio de verbas públicas, em 2009.

    Solicitou, então, à Justiça do Trabalho a suspensão do pagamento e, diante dos fortes indícios, a juíza-relatora Simone Medeiros Jalil concedeu a liminar .

    A investigação começou quando o próprio TRT-RN, já suspeitando de irregularidades, enviou cópia de reclamação trabalhista com e acordo judicial para pagamento de dez meses de salários não pagos à advogada Margarida Guzmão Ferraz, cunhada do então prefeito Ricardo Araújo, supostamente contratada pelo município, que se comprometeu a pagar R$ 22.500,00, em 10 parcelas, sob pena de multa de 100% do valor acordado.

    Eis que o município não cumpriu o acordo, atrasou o pagamento da segunda parcela, a advogada pediu a aplicação da multa e atualização dos valores, fazendo a dívida saltar, em 1.12.2009, para R$ 51.520,06.

    O Tribunal já havia apurado que o representante nomeado pelo prefeito não tinha poderes para firmar o acordo. Período em que faltavam apenas 15 dias para o fim do mandado do prefeito.

    Diligências realizadas pelo MPT apuraram que não havia registro, licitação ou qualquer documento que comprovasse a contratação da advogada.

    Constatou-se que, além de cunhada do ex-prefeito, a reclamante prestou serviços particulares para este no período em que alegava trabalhar para a prefeitura.

    Nenhuma notificação enviada às partes envolvidas foi respondida.

    Em tempo: Galinhos possui cerca de 2.159 habitantes que sobrevivem, principalmente, da atividade pesqueira e turismo. Segundo dados recentes do IBGE, o município não possui leitos para internação hospitalar, raio-x e outros equipamentos mínimos para atender à pequena população.

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